segunda-feira, janeiro 19, 2015

SEGUNDA-FEIRA, 19 DE JANEIRO DE 2014

DE VOLTA A  2008

    Como teci alguns comentários a respeito do novo pórtico de Portalegre,  gostaria aqui de convidar  os integrantes do meu facebook, particularmente os portalegrenses, para que leiam esse texto, de 2008, e possam assim entender melhor o meu posicionamento, para que não   interpretam como  uma posição contrária a igreja e/ou a religião católica. Na verdade o  que defendo para  Portalegre, e o faço com  argumento, é a preservação da sua cultura, identidade,  povo.  Peço especialmente a essa "meninada" ( quero dizer com isso juventude) que está na  minha rede social, que dediquem um pouco do seu tempo para os textos abaixo, o meu e o de Thiago Dias, e possam perceber o nosso bem querer por Portalegre.


"CONDENADOS"

    Essas opiniões livres e favoraveis a nossa história,  foram  transformadas em "afronta" e perseguição à Gestão, naquele ano, graças a grande capacidade de fazer   intrigas, inerentes a  duas pessoas, cujos nomes não merecem por parte desse  espaço,  nem serem citados. 
 E quem, em 2008, ainda era um menino brincando na rua,   e desconhece o fato, mas agora faz parte da minha rede e  lê o meu blog,   tire por si só as conclusões. Eu não sou mais portalegrense que ninguém. Nem menos. Só tenho e sempre terei uma posição  e uma opinião sobre a minha terra.


PÓRTICO


       Quando soube do Projeto de Lei 013/2008,  no dia 20 de outubro, o qual denomina o Juiz de fora de Olinda, Dr. Miguel Carlos Caldeira de Pina Castelo Branco para um pórtico que será construído na entrada principal da nossa cidade, agi, enquanto jornalista noticiando o fato e enquanto jornalista, cidadã livre e portalegrense, opinando sobre o assunto, por querer e por dever.

A proposta de construção de dois pórticos é um projeto que não é de hoje, inclusive conheço um Projeto antigo, nem sei se o que será concretizado agora, é o mesmo que já existia, mas isso é irrelevante, diante da realização da obra. Teremos a arquitetura do homem, em contra-ponto com a beleza arquitetônica que a natureza já nos dá à nossa porta de entrada. Aliás, para mim, por exemplo, não há “pórtico” mais belo que a cachoeira do pinga, com seu filete de água contínua descendo em meio a vegetação, nos observando em cada metro que avançamos na subida da Serra.

No entanto, o que discordo e por isso não fiquei omissa, é ao fato de uma homenagem ser decidida e encaminhada para aprovação, quando poderia ter partido de um consenso popular, principalmente com a decisiva e importante participação da comunidade escolar. Nem vou me deter sobre questões históricas, pois, um portalegrense, ao qual subscrevo e avalizo cada palavra, já o fez de forma tão competente e com propriedade para tal, no artigo acima publicado.

O meu ponto de vista é o mesmo que já emiti nas notas, mesmo que pareça redundante o reafirmo aqui: Nós não precisamos fazer média com os irmãos portugueses, e tenho certeza que o Prefeito Euclides Pereira jamais pensou em média, quando aceitou o nome imposto, quero dizer proposto. Porque em outras ocasiões ele próprio escolheu nomes de pessoas da terra, como aconteceu com o Centro de Inclusão Digital.

Repito; Os laços de amizade que nos une aos portalegrenses portugueses estão solidificados a partir de outras iniciativas e não se estreitarão ou se romperão em função dessa homenagem. O que não podemos é deixar de olhar a nossa própria cultura, o que veio após a colonização. Deixarmos valores próprios de lado, em nome de um personagem, indiscutivelmente importante, mas que já faz parte da história do município, do Estado e do país.

E digo tudo isso porque na minha personalidade não há espaço para a hipocrisia, não me aproveito de fatos e pessoas para “benesses” pessoais, não uso quem me convém para tirar dividendos, não transformo pessoas em inocentes úteis. Se desejamos escolher um nome a partir da história do município, porque não incentivamos os nossos estudantes a fazer uma pesquisa e discutir o assunto?
Conheço fatos marcantes da nossa cidade e também conheço portalegrenses brasileiros, que considero importantes. Se eu, com 46 anos os conheço, imagina os que são mais velhos do que eu. Quem, como eu, que viveu infância e adolescência em Portalegre, não lembra, por exemplo, das nossas andorinhas? um bando que em revoada diária alegrava a nossa cidade, morava e procriava no telhado da nossa igreja matriz (Quando elas existiam entre nós, não contribuíamos com o envenenamento do planeta, usando os inseticidas de hoje. Elas eram as predadoras das moscas, principalmente no inverno).

Por que não “Pórtico das Andorinhas”?

Essa é apenas uma forma de mostrar que haveria outras opções e razões que precisávamos discutir para podermos decidir
.

Porque não pensar na Resistência Indígena?

Afinal, antes mesmo dos colonizadores, eram eles que povoavam a nossa terra, estavam aqui e lutaram bravamente, morrendo em defesa de um “chão” que já era deles.

E porque não pensar nas três Raças? Sabemos da nossa miscigenação (índio, negro e branco/português) e os negros são presença marcante e importante, até hoje, na nossa formação étnica, social e cultural.

  Por que não lembrar de Da Luz? Sim, Da Luz, uma negra que foi a história e a “cara” de Portalegre, fora do município, a qual contribuiu, juntamente com outros portalegrenses, para manter viva a nossa mais antiga tradição cultural: a Dança do São Gonçalo. Aliás, num passado recente, a única referência de Portalegre, era a dança de São Gonçalo levada a outras cidades pelos nossos negros, com o incentivo do prefeito Juraci de Albuquerque Nobre.
   Até soa bem o nome “Pórtico da LUZ”. 

Que portalegrense, repito, com a minha idade e vivendo na cidade à época que vivi, não lembra da “nossa médica”, com seu galho de arruda e a sua oração poderosa, nos curando, pela fé, das febres, dores de dentes e tantos outros pequenos males que nos afligia, quando a “medicina cientifica” andava longe do nosso alcance ? Quem não precisou e foi recebido e curado pela nossa inesquecível Dona Zulmira do Senhor Furgêncio?

E “Mãe Agá”, uma parteira que com a sua prática e filantropia trouxe à vida centenas de portalegrenses?

Se a questão é dar um nome de um personagem da nossa história, tenho certeza que haverá dezenas de portalegrenses brasileiros que, mesmo anônimos, são pessoas da nossa história e merecedores de homenagens. E o prefeito, vice prefeito e vereadores com certeza não discordariam disso.

Tudo é uma questão de pesquisa e discussão para que se tenha uma decisão, sobretudo decisão coletiva. Não vai aqui nenhuma campanha contra o nome escolhido, por que não tenho nada contra o nosso “fundador”. Mas, se tivesse sabido da propositura, antes da sua votação, teria pedido aos nosso vereadores que convidassem a educação e a população para discutir o assunto e não deixá-las à margem dessa escolha, pois, até a construção do pórtico, teríamos tempo de decidir, seja pelo nome primordialmente proposto ou por qualquer outro.

Agora só nos resta esperar que o Executivo e o Legislativo repensem quando outros projetos dessa natureza estiverem na pauta. Não se batiza, nem se registra um filho que ainda não nasceu. E essa obra é um filho da cidade em gestação. Por fim diria; "Nenhum dos nossos políticos poderá acusar um ao outro, se um dia estiverem novamente em lados opostos, sobre a preferência em homenagear alguém de fora, ao invés de pensar no seu próprio povo. Afinal, tudo foi decidido à unanimidade. Por isso sempre tive como princípio achar que toda unanimidade é equivocada.

Do contrário, só mesmo o meu posicionamento e postura crítica que, ao que parece, tem incomodado.




OPINIÃO DE THIAGO DIAS (2008)

Thiago Dias Alves


O grande obelisco cinzento, cujo “design” lembra um punhal encravado no chão pelo cabo, com a lâmina de fora e que hoje entrecorta a paisagem serrana na nossa praça principal vai ganhar um “irmão”. Parecendo desejar equiparar-se com cidades européias que há muito tempo construíram e constroem seus obeliscos, praças, estátuas no intuito de homenagear personagens da própria cidade, Portalegre agora terá um pórtico. Nada mais justo, tendo em vista a beleza e préstimos que uma estrutura como essa pode trazer à cidade. Todavia, um monumento dessa magnitude requer questionarmos sua viabilidade e projeção social, afinal, será construído com o dinheiro público. Nesse sentido, questiono sobre a homenagem que irá se prestar ao colocarmos o nome do Dr. Miguel Carlos de Pina Castelo Branco.

Esse ilustre personagem foi responsável pela criação de 23 Vilas, a partir de 1755, das Missões indígenas do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e sertão norte de Pernambuco. Atuava também com a Junta Real fazendo o confisco dos bens dos Jesuítas e era de família originária de Arez, no Alentejo, em Portugal. De fato, o juiz norte-alentejano foi fundador da Vila de Portalegre em 1761. Fato histórico comprovado.

Mas, somente em função disso seria a única opção de nome para um pórtico? Talvez sim, mas porque não fazermos outras considerações?

A História de Portalegre foi pouco trabalhada e menos ainda difundida. Nunca houve preocupação do registro, tão pouco do ensino dessa história, a não ser pela memória dos mais idosos, é claro. E rogo a Deus para que os conserve por muito tempo, pois, pela incompetência dos órgãos públicos responsáveis, perderemos pouco a pouco as oportunidades de preservarmos a memória em prol da construção sólida de uma identidade portalegrense, através da História.
Nesse sentido, me pergunto: Quantos portalegrenses sabem do Dr. Miguel Carlos de Pina Castelo Branco? Em que medida a influência desse ilustre personagem pesa sobre nossa identidade enquanto portalegrenses brasileiros?

Acredito que muito pouco. Não pela relevância de tal figura histórica, muito pelo contrário, mas porque não nos ensinaram o quanto ele era importante. Mas aí, eu, que moro em Portalegre desde que nasci só vim ter contato com o Dr. Miguel Carlos de Pina Castelo Branco no meu 2º período de faculdade, em 2005, me questiono: Por que Portalegre tem que homenagear uma figura histórica que poucos conhecem e se identificam, quando existem tantos outros nomes muito mais apropriados e que refletem os desejos, memória e identidade dos portalegrenses?

E chamo atenção para outra coisa que muito me indigna: o fato de nunca estranharmos as coisas que nos são impostas por decisões de poucos, para não dizer de uns, que ao final das contas, afeta a todos.

Vivemos num país que se diz democrático, seja lá o que isso signifique hoje em dia. Mas, independente da interpretação que damos ao termo, pessoas derramaram suor, sangue e lágrimas para que chegássemos a esse estado de coisas. Não foi sem lutas e conseqüências que a Ditadura Militar caiu em 1985. Não percebemos, mas, diariamente, somos lesados pelas mascaradas e arbitrárias decisões impostas que, em sua grande maioria, deveriam ser tomadas a partir de uma consulta popular.

Em 23 de outubro de 2005 foi realizado um referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições, com vistas à aprovação ou não. Nesta consulta, a maioria do eleitorado brasileiro preferiu votar pelo "não", isto é, contra a proibição. Não foi a primeira vez que o Brasil realizou algo do gênero, em nível nacional e envolvendo questões bem maiores.

Podemos achar a comparação estapafurdia, no entanto, não é. É preciso sabermos decidir, ter consiência do que queremos e como queremos, em relação as mudanças propostas para nossa cidade. E é preciso pensar nisso, não como uma coisa que julgamos miníma, mas, acreditem, é algo que faz muita diferença.
Penso que a Câmara, ao receber o Projeto de Lei Nº 013/2008 e a sua justificativa, poderia ter proposto que discutir com a população, levar a proposta as escolas, sugerir um concurso ou até um plebiscito, o importante é que pense numa ação mais democrática, para decidirmos sobre essa ou outra qualquer homenagem.

Que o povo de Portalegre inclua-se no processo de escolha e decida por aquilo que considere relevante para ser feito. Não vivemos mais na Ditadura Vargas onde as decisões eram postas por Decretos. Nem precisamos ir muito longe, afinal, nossa cidade acaba de realizar suas eleições municipais, exercitanto a cidadania e a democracia. Pena que nos fizeram acreditar que cidadania só é exercitável a cada dois anos, durante as eleições oficiais.

Enquanto, não fomos lembrados para opinar, pelos nossos representantes, legitimamente eleitos por cada um de nós, sobre que nome que levaria esse pórtico de Portalegre, seria bom que a Secretaria Municipal de Educação se preocupasse com fatos como esse, como também em inserir a história de Portalegre nas estruturas curriculares, ou mesmo, dentro do conteúdo da disciplina. Assim, quando todos soubessem quem de fato é o Dr. Miguel Carlos de Pina Castelo Branco, poderiamos escolhê-lo para uma justa homenagem, num segundo momento. A nossa intensão senhores e senhoras é que haja discussão do que é proposto e não apenas se avalise, por sermos todos aliados, o que já foi posto como “definido”.

Atenciosamente,

Thiago Alves Dias
Portalegrense e historiador


NOTA

   Não sei como o Pórtico  "da Igreja" vai se chamar, mas lembro que  quando da aprovação do seu projeto, uma enquete  foi feita para as pessoas opinarem sobre o nome, embora  não tenha sido nada oficial, diferentemente do primeiro, empurrado  "goela abaixo", numa votação inclusive que deveria envergonhar quem era vereador à epoca. Porque quando me viram chegar a cidade, até mudança no horário da sessão fizeram, pensando que eu estava chegando à cidade em função da tal votação. Ledo engano.

  




quarta-feira, dezembro 31, 2014

QUARTA-FEIRA, 31 de dezembro de 2015




Feliz 2015   a todos e todas com...

...Amor pra Recomeçar
                                 (Frejat)

Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo

E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante

Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero

Desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor
Pra recomeçar
Pra recomeçar

Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
Inimigos
Pra você não deixar
De duvidar

Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero

Desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor
Pra recomeçar
Pra recomeçar

Eu desejo
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é
O dono de quem

Desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor
Pra recomeçar

Eu desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Pra recomeçar
Pra recomeçar
Pra recomeçar

domingo, dezembro 21, 2014

Domingo, 21 de dezembro de 2014


Tem algo de Podre no Reino do Dinamarca

http://blogdobarbosa.jor.br/?p=97910


MPF DENUNCIA EX-PREFEITO POR SONEGAÇÃO DE R$ 9,6 MI DEVIDOS PELO MUNICÍPIO DE PAU DOS FERROS (RN)

O Ministério Público Federal (MPF) em Pau dos Ferros denunciou o ex-prefeito do Município, Leonardo Nunes do Rêgo, e o empresário Bernardo Vidal Domingues dos Santos por serem responsáveis pela sonegação de impostos devidos pelo Município de Pau dos Ferros. O valor que deixou de ser pago à Receita Federal, atualizado até junho de 2014, alcançava R$ 9.697.412,50 e soma-se a uma multa de R$ 8.526.938,51, totalizando mais de R$ 18 milhões em débitos.
De acordo com a denúncia, assinada pelo procurador da República Marcos de Jesus, o ex-prefeito contratou a Bernardo Vidal Advogados, que prestou declarações falsas e com omissão de informações à Receita Federal. Os dois poderão responder por crime contra a ordem tributária (art. 1º, I e II, da Lei 8.137/1990) e sonegação de contribuição previdenciária (art. 337-A do Código Penal).
A empresa de Bernardo Vidal, contratada pelo Município na gestão do ex-prefeito, preenchia Guias de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIPs), algumas omitindo informações e outras contendo indevidamente valores a compensar. Leonardo Rêgo administrou Pau dos Ferros entre 2005 e 2012.
Práticas
Investigações da Receita Federal apontaram ilicitudes como a supressão de contribuição previdenciária patronal e a redução da contribuição social (antigo Seguro de Acidente de Trabalho) com a utilização de alíquota menor do que a prevista na legislação. Para praticar as irregularidades, os envolvidos utilizaram também informações e dados fraudulentos.
Por vezes, foram realizadas compensações de valores mesmo quando não havia recolhimento indevido de contribuições. Também foi promovida compensação de valores pagos relacionados a horas extras, sendo que a legislação determina a incidência da contribuição previdenciária sobre esta parcela da remuneração. “Logo, não poderiam os denunciados realizar compensações das contribuições incidentes sobre os valores pagos como horas extras aos servidores, por se tratar de incidência legal e regular”, destaca a denúncia.
O Município, sob a administração de Leonardo Rêgo, também informou à Receita que tinham sido recolhidos indevidamente R$ 69.957,93, relativos à contribuição social para o Seguro de Acidente de Trabalho, entre 2009 e 2011. Para esse cálculo utilizou uma alíquota de 1%, quando a correta era de 2%. E o percentual não era o único erro: “(…) constatou-se que o valor informado pelo Município de Pau dos Ferros para compensar não condizia com os recolhimentos efetuados.”
Em 2009, os denunciados deixaram de declarar contribuição previdenciária de servidores municipais e de contratados para o Programa Saúde da Família, agentes de endemias, serviços de plantões médicos, auxiliares de enfermagem, auxiliares de serviços gerais, cargos comissionados, subsídios do Prefeito e do Vice-prefeito, professores contratados por tempo determinado, entre outros. Fizeram o mesmo em relação aos pagamentos efetuados a prestadores de serviço como mecânicos, advogados, pedreiros, arquitetos, instrutores, contadores e relacionados ao transporte de estudantes.
Improbidade 
Além da denúncia, o procurador Marcos de Jesus determinou a abertura de um inquérito civil para apurar os possíveis atos de improbidade resultantes das irregularidades cometidas pelo ex-prefeito e o empresário, em decorrência das compensações indevidas de tributos federais. A denúncia irá tramitar na Justiça Federal sob o número 000373-72.2014.4.05.8404. (Com informação do MPF)
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domingo, novembro 09, 2014

Tarde de Domingo, 09 de novembro de 2014

http://leonardoboff.wordpress.com/2014/11/08/politica-e-dialogo-no-contexto-da-reeleicao-de-dilma-rousseff/


Política e Diálogo no contexto da reeleição de Dilma Rousseff
08/11/2014




A reeleição de Dilma Rousseff propicia reflexões sobre as várias formas de se fazer política partidiária. Fazer política é buscar ou exercer concretamente o poder. Que fique claro o que Max Weber escreveu em seu famoso texto A Política como Vocação: “Quem faz política busca o poder. Poder, ou como meio a serviço de outros fins ou poder por causa dele mesmo, para desfrutar do prestígio que ele confere”.

Esse último modo de poder político foi exercido, por quase todo o tempo de nossa história, pelas classes dominantes a fim de se beneficiarem dele, esquecendo que o sujeito de todo o poder é o povo. Trata-se do famoso patrimonialismo tão bem denunciado por Raimundo Faoro em seu clássico Os donos do poder.

Vejo cinco formas de exercício de poder.

Primeiro, a política do punho fechado.Trata-se do poder exercido de cima para baixo e de forma autoritária. Há um só projeto político, aquele do detentor do poder que pode ser um ditador ou uma classe dominante. Eles simplesmente impõem o projeto e esmagam os alternativos. Foi o que mais vigorou na história brasileira, especialmente sob a ditadura militar.

Segundo, a política do tapinha nas costas. É uma forma disfarçada de poder autoritário. Mas diferencia-se do anterior porque este se abre aos que estão fora do poder mas para atrelá-los ao projeto dominante. Recebem algumas vantagens, desde que não constituam outro projeto alternativo. É a conhecida política paternalista e assistencialista que desfibrou a resistência da classe operária e corrompeu tantos artistas e intelectuais. Funcionou entre nós especialmente a partir de Vargas em diante.

Terceiro, a política das mãos estendidas. O poder é distribuido entre vários portadores que fazem alianças entre si sob a hegemonia do mais forte. Há alianças entre o partido vencedor com os demais partidos aliados para garantir a governabilidade. É o presidencialismo de coalizão parlamentar. Esse tipo pode criar favorecimentos, disputas de postos importantes no Estado e mesmo a corrupção. Foi o que ocorreu nos últimos anos.

Quarto, a política das mãos entrelaçadas. Parte-se do fato básico de que o poder está difuso nos movimentos e instituições da sociedade civil e não apenas na sociedade política, nos partidos e no Estado. Esse poder social e político pode convergir para algo benéfico para todos. Trata-se da grande discussão atual que prevê a participação dos movimentos sociais e dos conselhos para junto com o Parlamento e o Executivo definirem políticas públicas. Busca-se uma democracia participativa que enriquece a representativa. Negar esta forma é não querer democratizar a democracia e permanecer na atual que é de baixa intensidade.

Especificando: a política das mãos entrelaçadas acontece quando o chefe de Estado se propõe a uma ampla dialogação com todos os segmentos afim de repactuar os atores sociais ao redor de um projeto comum mínimo. O pressuposto é: aquém e além das diferenciações e dos interesses conflitantes, existe na sociedade, a idéia de que país queremos, a solidariedade mínima, a busca do bem comum, a observância de regras consentidas e o respeito a valores de sociabilidade sem os quais viraríamos uma matilha de lobos. As mãos estendidas podem se entrelaçar coletivamente. Mas para isso, precisa-se do exercício do diálogo que implica ouvir a todos e buscar convergências na linha do ganha-ganha e não do ganha-perde. É a ética na política e da boa política verdadeiramente democrática.

Por fim temos a ver com política enquanto sedução no melhor sentido da palavra, subjacente à proposta da Presidenta Dima. Ela propõe um diálogo aberto com todos os atores políticos, também da área popular. Urge seduzir aqueles 48% que voltaram no candidato da oposição em vista de um projeto de Brasil que beneficie a todos a partir da inclusão dos mais penalizados, da criação de desenvolvimento ecologica e socialmente sustentado que gere empregos, melhores salários, redistribuição de renda, crie um transporte decente e mais segurança para os cidadãos, além do cuidado para com a natureza e a potenciação de um horizonte de esperança para o povo poder se reencantar com a política.

Alguém precisa ser inimigo de si mesmo para estar contra tais propósitos. A arte dessa dialogação é reencantar a política das coisas e seduzir as pessoas para esse sonho de grandeza ética.

Para isso é obrigatório olhar para frente. Quem ganhou a eleição deve mostrar magnimidade e quem a perdeu, humildade e disposição de colaborar visando ao bem comum.

É idealismo? Sim, mas no seu sentido profundo. Uma sociedade não pode viver só de estruturas, burocracia e disputas ideológicas em torno do poder. Tem que alimentar sonhos de melhoria permanente que inclua e beneficie, o mais poossível, a todos para superar a nossa espantosa desigualdade social.

Razão têm as comunidades eclesiais de base quando cantam: “Sonho que se sonha só, é pura ilusão. Sonha que se sonha juntos é sinal de solução. Então, vamos sonhar juntos, sonhar em mutirão”.

Esta é a convocação supra-partidária que a Presidenta Dilma está fazendo ao Parlamento, aos movimentos populares e a toda a nação. Só assim se esvazia o discurso das divisões, dos preconceitos contra certas regiões e se sanam as chagas produzidas no ardor da campanha eleitoral com todos os seus excessos de parte a parte.

Leonardo Boff é autor de Que Brasil queremos, Vozes, Petrópolis 2000.

quarta-feira, novembro 05, 2014

Quinta-feira, 06 de novembro de 2014

ANTES...

... de  voltar a falar de política, é comentado na cidade, extra-oficialmente,  que a Paróquia de Portalegre vai trocar de Padre, de novo. 
   Dezembro seria o último mês do  padre Erivon Maia, que está na Paróquia desde 07 de abril de 2013  quando substituiu o "Valentão da Paraiba" (que nem lembro mais o nome).
                              
                                    Foto: internet

  Fato ou boato, algumas pessoas ligadas a Igreja dizem que a razão da saída do Padre  seria  porque ele não  congrega, ou melhor, não agrega e até estaria segregando fiés, proibindo-os de entrar não apenas na Casa Paroquial, como também  na Igreja. 
    Fato que considero inacreditável.

    E  como quem faz a Igreja não é só o Pastor, é também o rebanho, entre perder fiés e subsitutir o Padre, a Diocese certamente não tem dúvidas sobre o  que fazer.
     E aos católicos satisfeitos com a mudança, certamente que exibirão, internamente, um   faixa de "Bem-ido"  e deverão se  tornar bem-vindos de volta a Igreja que  acreditam.


    
MAS...

...voltemos ao resultado das urnas no nosso município (da igreja  católica cuida  os católicos e a Diocese). 
 A eleição presidencial, na nossa terra, deixou o  candidato Aécio Neves (PSDB), apoiado pelo DEM  e pelo  ex-prefeito Euclides Pereira (PMDB), na segunda colocação nas duas votações.
 O "tucano", que conquistou  1.068 votos no primeiro turno conseguiu chegar a 1.427, o que significa dizer que os votos de Marina não desaguaram, por completo, no candidato que ela apoiava. 

    A presidenta Dilma Roussef,  candidata do atual prefeito Neto da EMATER nessa eleição e na eleição de 2010,  cresceu de 2.655 para 2.801 votos. 


SE...

...a quebra de votos de Henrique, em Portalegre,  foi uma ducha fria  para ele,  para o  DEM   local  foi gelada,  já que como o número de votos nem  se manteve, o Partido  não pode contabilizar o resultado a seu favor, como fez no primeiro turno.
    A votação em Pau dos Ferros,  onde o deputado portalegrense  Getúlio Rêgo (DEM)  também é líder  e prometeu  uma  "lapada" de votos, em favor de Henrique, que já havia perdido  no primeiro turno por lá, acabou por enterrar qualquer sonho do Partido  sair fortalecido da disputa, na Região.
   A derrota de Henrique foi tão vergonhosa em Pau dos Ferros, que  só se equipara a desculpa de Getúlio Rêgo, para justificá-la: A eleição de 2014 foi diferente, a população não se pauta mais por lideranças políticas, os políticos hoje não podem mais “se arvorar” como proprietários de voto."


????????????

   Mas, não foi o próprio deputado quem "se arvorou",   superestimando sua liderança e prometendo a tal "lapada", através da imprensa ?
     Henrique Alves, apoiado por Getúlio, pelo filho e ex-prefeito Leonardo Rêgo e pelo lado peemedebista de Pau dos Ferros, caiu de 5,7 mil votos, para pouco mais de 5 mil. Robinson, subiu de 5,9 mil para 9,4  votos.


E...

... enquanto os números da derrota em Pau dos Ferros subiam a serra, via  net,  a praça  já estava deserta de democratas. E no terraço da Chácara, após a contagem de votos de Portalegre, e ante o clima de derrota dupla (presidência e governo), contou-me um noctivago passarinho que a conversa e a opinião do "conselho de família" ao líder-liderado era a mesma de outras eleições; deixar de lado a política portalegrense, pois são derrotas sucessivas  e em todas as vertentes. 


MAS...

... na minha avaliação, isso é  "pedido sem jeito". 

E...

...nao é que eu ia passando em branco  e não  via o  vídeo colorido da chegada de Henrique ao ninho do DEM !!!???  
Mas vi, e lamentei o fato de que Henrique, para 'reconhecer' Antonio Magalhães tenha sido  necessário que o ex-vereador e anfitrião relembrasse   a ele que Antonio já havia sido do PMDB.
    Pelo menos ex-vereador fez a colocação coerente com a posição de Antonio: "Foi do seu Partido".
    

OUTRO...

...fato que me chamou a atenção foi  a fala do "apoiador", para um dos poucos que estava na casa, ao apresentar Henrique,  quando ele  diz:  "... esse aqui é o seu candidato".  
    Não seria de bom tom ter dito "nosso" candidato ?  
    Mas isso é só um detalhe e insignificante, porque "Seu e/ou Nosso"  Henrique perdeu igual. 
    O pronome possessivo não importa mais, porque Robson Faria se "apossou" dos votos e vai tomar posse no Governo.  
   E que Deus nos ajude!


SIGNIFICANTE...

... e surpeendente mesmo foi  saber que a  portalegrense  Neta Alves não votaria em Henrique, no segundo turno, em função da fatídica visita dele aos democratas. 
   Quando a informação me chegou, por fonte 100% confiável, pensei cá com meus botões: "Se Henrique perder o voto de Neta, não tenho dúvidas que pode perder  a eleição".
   Quem é portalegrense conhece Neta, e quem a conhece sabe que ela nunca (digo isso sem medo de errar) teve outro candidato a deputado federal senão Henrique Alves. 


COR

  O voto de Neta para Henrique  não era bacurau, não era do PMDB, não era verde. Era pessoal, era dele.
 Se havia, em Portalegre, alguém a quem Henrique, por reconhecimento, tivesse que  destinar uma  visita, não seria ao ex-prefeito Euclides Pereira, nem ao prefeito  Neto da EMATER, nem ao vereador Afrânio Lucena, tampouco ao "democrata" José Augusto, era Neta Alves. 
   Asseguro que se em algum momento  da sua vida política, Henrique só  tivesse tido  um voto em Portalegre, o que  nunca aconteceu, porque ele sempre foi votado lá com ou sem apoio, fazendo ou não fazendo nada pelo município, não haveria dúvidas de quem seria. 
    Perdeu, acredito que para sempre, o que sempre teve; um voto fiel. 
   E tantos outros. Mas deve ter valido a pena a  troca feita pelos votos dos "democratas".


MAS...

..."interpretando"  as palavras de Henrique na sua entrevista,   Neta Alves,  os  portalegrenses  e os demais potiguares que não votaram com ele, no segundo turno, contribuiram significativamente para que ele se torne o pai que não conseguia ser, em termos de presença e tempo com os filhos, em função da vida pública.  Portanto, eis aí um lado positivo da derrota. 
 E depois, segundo Getulio Rêgo, líder da governadora Rosalba Ciarlini e apoiador de Henrique,  perder foi melhor para ele, pois se livrou de receber um Estado endividado,  que gasta mais que erracada.http://jornaldehoje.com.br/derrotado-em-pau-dos-ferros-getulio-assume-eleitor-nao-obedece-mais-liderancas/


DAS  DESCULPAS...

...a filosofia que  consola: O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas.

                                                José Saramago


E QUE...


...venha 2016, com a sua eleição. Viva a Democracia.



   

QUARTA-FEIRA, 05 DE NOVEMBRO DE 2014


CHEGO...

...e encontro não um país dividido, como anuncia parte da imprensa conforme seus interesses e os insatisfeitos com o resultado das urnas,  mas  um país    onde uma parcela da população destila ódio e tenta retroceder politicamente, com relação ao regime vigente.


Li...

pouco, mas lí algumas análises  coerentes, conversei com pessoas para  entender melhor fatos e a direção que eles tem. 


BELEZA

 Com relação as manifestações golpistas, lí a seguinte frase, que é fantástica: "A democracia é tão boa que permite que haja uma manifestação em que se defenda o seu fim. Quem pede intervenção militar deveria se lembrar de que, se estivesse numa ditadura, não poderia estar na rua defendendo o golpismo."
http://www.blogdokennedy.com.br/


RECEBO...

... enquanto nordestina, porém sem problemas, a  "acusação"  de sermos os responsáveis pela vitória de Dilma. Isso não me condena tampouco me ofende, ao contrário. E lamento por não estar, no dia da eleição, no meu domicilio eleitoral.

NA...

...política, como em tudo na vida,  sempre procuramos um culpado para amenizar as nossas derrotas e insucessos.  Não somos capazes, muitas vezes, de assumirmos os  próprios erros. 


E...

... quem leu  a entrevista do candidato ao governo do Estado, pelo PMDB, Henrique Alves, após o seu infortunio nas urnas, pode perceber bem a necessidade de se colocar no outro a responsabilidade pelo próprio fracasso.


NÃO...

...li,  em nenhum trecho da entrevista,  em que Henrique  pondere sobre a forma em que se lançou, tampouco como conduziu-se na campanha. Ele se coloca como vítima, e  atribui (e isso não deixa de ser imposição de culpa)   ao ex-presidente Lula,  uma colaboração DECISIVA para a vitória do candidato do PSD, Robson Faria.

LONGE...

...de mim querer ser  uma cientista política, mas diante dos fatos  tenho uma opinião sobre o resultado das urnas no RN.
  Para mim, o maior responsável pela derrota de Henrique Alves foi ele mesmo quando ficou com medo de Wilma, e por isso preteriu Fátima Bezerra;  acreditou que o DEM poderia contribuir  mais com a sua vitória como aliado, quando essa possibilidade seria maior se o Democratas estivesse justamente, como  oposição, com Rosalba Ciarlini, como candidata, como era o desejo dela, e de alguns históricos do Partido. 


 SEM DÚVIDAS...

...que o Rio Grande do Norte, elegeria qualquer candidato que concorresse com Rosalba Ciarlini(DEM), até Henrique Alves, visto o índice de rejeição e desgaste pelo qual ela passava.


MAS...

...agora é tarde e a derrota de Henrique Alves é fato irreversível. E já se desenhava desde o primeiro turno, com  os acordos  incompreendidos  pelos eleitores e as dificuldades de adversários,  no plano municipal, se juntarem  em torno de seu nome.


E...

...em se tratando de não aceitação do eleitor, trago a minha análise para o meu município, que é  de onde  gosto de "falar" em política.


NO...

...primeiro turno, Portalegre registrou a segunda maior votação proporcional a Henrique Alves, 3.325  votos, ou seja  83,42% dos votos válidos, contra  magros  507  votos conquistados por Robson Faria, o equivalente a 12,62%. Detalhe, nenhum dos dois candidatos foi ao município. E nem vou  comentar o por quê.


AÍ...

...vem o segundo turno,  que se propagava que nem  teria, embora quem estava cantando vitória antecipada, soubesse que a coisa não andava bem.
    E a ida de Henrique a Portalegre, especialmente  o prestígio dado ao Democratas, com a visita de primeira hora,  só serviu como válvula de escape  para o engasgo de pmdebistas históricos, que já não engoliam a aliança.


ASSOCIADO...

...a isso veio  a necessidade do PP local de se posicionar, afinal a legenda fazia parte da aliança de Robson Faria. 
   E  embora eu tenha sabido que o presidente do Partido, Betinho Rosado, não tenha imposto  o apoio local,  pediu ajuda para Robson. E teve.


JESSIER...

...Quirino, o grande poeta paraibano, diz: "nada faz mais zuada que três mulher e um pato"
    Plagiando-o, eu diria: "O que não faz uma liderança, um vereador e dois suplentes".


ROBSON...

...saiu de 507 para 1.579 votos, o triplo portanto. Enquanto Henrique caiu de 3.325  para  2.430 votos.


MAS,... 

 ...opinar sobre esse resultado, a votação de Dilma e Aécio em Portalegre e  outros fatos, só amanhã. 


segunda-feira, novembro 03, 2014

Noite de segunda-feira, 03 de novembro de 2014

 DIA 05...




...quarta-feira, vamos falar de política,  especialmente sobre política em  Portalegre. Estou de volta!!!!!!!!!

segunda-feira, outubro 20, 2014

Terça-feira, 21 de outubro de 2014

O ABRAÇO...

...de Henrique Alves ao Democratas portalegrense,anteontem, virou  "aperto de mão" de alguns de seus mais fiés eleitores ao seu adversário, Robson Faria, ontem.  

ALIANÇA

    Henrique, no desespero de vencer no primeiro turno, fez aliança com bacuraus, araras, bicudos, periquitos e papagaios, inclusive em Portalegre onde  bicudos e bacuraus, não se "beijam", até funcionou, no primeiro turno, mesmo com o "entalo" de alguns. 


NO  PRIMEIRO...

...turno,  ele nem se dignou a ir em Portalegre,  e  o município lhe garantiu a segunda maior  votação proporcional do Estado, salvo o engano, mesmo com a sua "ausência". 


E...

...tudo ia muito bem, até a infeliz ideia de ir dormir em Portalegre,  no último sábado. Aliás dormir deve ter sido uma ideia feliz, visto que Portalegre certamente tem um dos hoteis mais confortaveis da região, desde 2003,  construído graças  a determinação  do prefeito Neto da EMATER  aliada a visão empresarial de João Sabino.
   O erro "político", ao que parece,  foi ir, primeiro,  prestigiar  seus novos aliados em detrimento dos antigos. 


ATÉ...

...entendo  o candidato, afinal a  "casa da nova aliança" é passagem obrigatória  para quem vem do hotel, não tem jeito,  nada demais  ir lá primeiro,  oportunidade  aliada a economia de tempo e dinheiro do candidato. 
    Mas ao que parece, tinha  um alçapão, onde ele só precisava  atravessar a cancela  para cair. Atravessou...


E ENQUANTO ...


... ele posava para um "Henriqueself" no ninho  bicudo,  lá na "floresta bacurau" se levantava a revolta, pois o eleitor do PMDB, não viu a visita, pela  ótica do "caminho mais curto", só pensou que "os últimos são os primeiros" , e junto com outros "pois, pois",  o bacurau  da década de 70, não aceitou e  o do  século XXI, parece que também não. 
    A reclamação e adesão ao  outro candidato, nas redes sociais, ontem, é a prova disso. E o burburinho na calçada o dia todo foi a  pauta do dia, na cidade.


 SE O RESULTADO...

...da visita, primeiro aos aliados do DEM, que para mim é  uma  "bobagem", vai se tornar uma "bobeira" de Henrique,  não se sabe,  mas pelo  ecoar dos "pássaros",  tem perda.


A SABEDORIA...

...popular já diz: " Quem corre atrás de dois, perde os dois e a carreira".